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Dr Reckeweg R1 Gotas

Preço:
€12.99 (incluindo IVA)
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Descrição do produto

Indicações de Bom Uso
Baseiam-se nas utilizações tradicionais de cada um dos componentes homeopáticos. Entre
elas incluem-se:
inflamação localizada, aguda ou crónica; angina tonsilar, escarlatina, otite média, adenites,
parotidites (papeira), mastites.

Advertências
Salvo indicação médica em contrário, não administrar em doentes da tiróide.

Composição
10 ml contêm: Apis D6 1 ml, Belladonna D6 1ml, Calcium iodatum D6 1 ml, Hepar sulfuris D12
1 ml, Kalium bichromicum D8 1 ml, Lachesis D12 1 ml, Marum verum D6 1 ml, Mercurius sublimatus
corrosivus D8 1 ml, Phytolacca D6 1ml, Ethanolum/Aqua purificata. Preparado segundo as
normas da Farmacopeia Homeopática Alemã.
Contém 38% Álcool.
Dosagem e Administração
Salvo outra indicação, a dose para adultos é, em situações agudas, de 5 a 10 gotas diluídas
ou não num pouco de água, a tomar hora a hora ou de duas em duas horas, entre 6 até ao
máximo de 12 tomas por dia; deve evitar-se a sua mistura com alimentos. Após melhoria da
sintomatologia, reduzir a administração para duas a três vezes por dia 30 minutos antes das
refeições. Lactentes até 1 ano, é de 2 a 3 gotas 3 a 4 vezes por dia, crianças de 1 até aos 6
anos, é de 3 a 5 gotas, crianças maiores de 6 anos, é de 5 a 8 gotas de acordo com o acima
mencionado.

Anotação
Conforme o estado do paciente podem ser administrados, simultânea ou intercaladamente, os
seguintes complexos:
Afecções pulmonares: R8; R9; R24; R48; R57
“Apendicite crónica” (falsa): R5; Rekin5; R38
Furúnculos: Rekin1; R53; R60
Gripe: R6; Rekin6; R49; Rekin49; Pulsatilla Compositum
Laringite: Rekin1; R6; R45
Otite/sarampo: Rekin1; R62
Salpingite: Rekin1; R38
Síndromes meníngeos: R38
Sinusite: R49; Rekin49, Pulsatilla Compositum

Apresentação
Frasco de vidro de 50 ml.

Modo de Acção dos Componentes do Complexo Homeopático R1:


- Apis: inflamação com tumefacção (inchaço), por exemplo: edema da boca, da faringe e da
laringe; dor com sensação de queimadura; hipersensibilidade ao contacto; súbito começo das
dores; oligúria (urina pouco).


- Belladonna: inchaço das amígdalas, língua e palato vermelhos; sensação de secura na
garganta com constante necessidade de engolir; tosse seca; pele com cor vermelha, suores;
dores pulsáteis; estimulação da circulação sanguínea com congestão intensa e brusca do
cérebro, do anel tonsilar e de outros órgãos; sensibilidade à luz e ao barulho; queimaduras
de 1º grau.


- Calcium iodatum: obstrução crónica dos tecidos linfáticos com adenopatias do
pescoço (escrofulose); hipertrofia das amígdalas; vegetações adenóides; pólipos no nariz;
transpiração.


- Hepar sulfuris: tendência para processos supurativos; secreções purulentas com cheiro
pútrido (a queijo); sensibilidade ao frio, ao toque e às correntes de ar (nariz entope com o frio);
dores picantes (parece uma farpa espetada).


- Kalium bichromicum: inflamação das mucosas com secreções viscosas, filamentosas, amareladas
ou esverdeadas e tendência a ulcerar; agravamento das dores com o frio, melhorando com o
calor; dores erráticas; sensação de cabelo na parte posterior da língua.


- Lachesis: coloração cianosada (azulada) da cavidade buco-faríngea, língua trémula e seca,
custando engolir, especialmente líquidos quentes; agrava depois do sono; hipersensibilidade
ao contacto; afligem as roupas apertadas na cintura (cintos) e pescoço (golas); sensação de
pulsação local (coração a bater) onde tenha inflamação (por exemplo nas hemorróidas); amigdalite
do lado esquerdo que pode ir para o lado direito; equimoses espontâneas.


- Marum verum: rouquidão e comichão na garganta, pigarro com muco de mau sabor, pontadas
nos ouvidos e alterações tróficas da mucosa rino-faríngea; tendência para pólipos nasais.
Mercurius sublimatus corrosivus: inflamação das mucosas da cavidade orofaríngea, recto,
vias genito-urinárias; tenesmo vesical (dificuldade em urinar) ou rectal; pálpebras inflamadas; dores
ardentes nos olhos e fotofobia; sialorreia (hipersalivação); língua inchada com saburra brancaamarelada;
dores ardentes na faringe e esófago, deglutição muito dolorosa e mau hálito.


- Phytolacca: tumefacção e rubefacção da faringe e amígdalas, deglutições dolorosas com
irradiação para os ouvidos e sensação de secura na garganta; mastite; prostração e dores
nos músculos.

Efeitos secundários
Pode surgir salivação exagerada e em casos raros podem ocorrer reacções cutâneas; deve-se
então interromper a ingestão do preparado.

Interacções medicamentosas e outras
Não se conhecem.


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